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Laringoscópio Óptico AIRTRAQ

Laringoscópio Óptico AIRTRAQ

AIRTRAQ® é um laringoscópio óptico que facilita a introdução de tubos endotraqueais em intubações traqueais, permitindo controle visual total da via aérea durante todo o procedimento. 
Além disso, promove uma intubação mais rápida e com menor ocorrência de complicações, conferindo maior segurança, eficácia e praticidade ao procedimento de intubação traqueal visualmente assistida, sendo utilizado tanto em intubações de rotina quanto em casos de via aérea difícil.

Aplicações Clínicas:

  • Intubação de Rotina
  • Via aérea difícil
  • Intubação em pacientes acordados
  • Pacientes obesos
  • Paciente com imobilização cervical
  • Utilização pré-hospitalar
  • Intubação de emergência e pré-hospitalar


Acessórios Opcionais:

  • Adaptador Universal para Smartphone
  • Adaptador Universal para Smartphone que transforma o celular numa camera e o laringoscópio em um videolaringoscópio.
  • Aplicativo disponível para sistemas: Android e iOS.

* Em breve disponível. Produto em fase de registro junto a ANVISA.



Características e Benefícios:

  • Mais seguro para o paciente.
  • Pronto para uso.
  • Intubação mais rápida.
  • Maior facilidade e praticidade de utilização.
  • Melhores resultados na comparação com outros dispositivos.
  • Todos os modelos agora podem ser conectados às endocâmeras das salas cirúrgicas, proporcionando uma visualização em HD sem custo adicional para o hospital ou o médico.



Medicina Baseada em Evidências – Ensaios Clínicos

Intubação de pacientes com risco de Via Aérea Difícil


Em um estudo randomizado controlado no Galway University Hospital, na Irlanda, realizado por MAHARAJ e colaboradores (2008), o AIRTRAQ (n=20) obteve maior taxa de sucesso na intubação que o laringoscópio Macintosh (n=20) em pacientes com alto risco para intubação difícil.



O AIRTRAQ reduziu o tempo de intubação (média de 13,4 segundos vs. 47,7 segundos; p<0.001), além de causar menor alteração hemodinâmica e menos traumas, em comparação com o grupo Macintosh.


Nos 20 pacientes do grupo AIRTRAQ obteve-se grau I de visualização C-L, enquanto no grupo Macintosh foram obtidos graus II, III e IV.

A intubação com AIRTRAQ apresentou menor dificuldade na escala IDS, e não ocorreram complicações como laceração nos lábios e mucosa ou sangue na ponta do dispositivo.

No grupo Macintosh 45% dos paciente tiveram alguma complicação, como laceração nos lábios ou mucosa, ou presença de sangue na ponta do dispositivo. No grupo AIRTRAQ nenhum paciente apresentou estas complicações. (MAHARAJ, 2008).

Alta taxa de sucesso na intubação de 332 pacientes com AIRTRAQ

ZADROBILEK e MISSAGHI (2008-2009), do Empress Elisabeth Hospital of the City of Vienna, na Áustria, avaliaram o AIRTRAQ na intubação de pacientes anestesiados submetidos a cirurgia eletiva de tireóide, e alcançaram 98% (325/332) de sucesso na primeira tentativa de intubação com AIRTRAQ.

Nos 70 pacientes com visualização difícil por laringoscopia convencional (graus 4 e 5, n=70), a taxa de sucesso de intubação com AIRTRAQ na primeira tentativa foi de 94% (66/70).


Intubação de pacientes obesos

NDOKO e colaboradores (2008), do Jean Verdier Public University Hospital of Paris, na França, comparam intubações traqueais com laringoscópio padrão Macintosh e AIRTRAQ, em 106 pacientes com obesidade mórbida.

No grupo AIRTRAQ, todos os pacientes foram intubados dentro dos 120 segundos, enquanto no grupo Macintosh, seis pacientes excederam os 2 minutos e necessitaram ser intubados com o AIRTRAQ, com tempo médio de 27 segundos.

O AIRTRAQ apresentou menor tempo médio de intubação (24 seg vs. 56 seg), e melhor manutenção da saturação de oxigênio durante a intubação, com apenas 1 paciente com queda a 92% de SpO2 ou menos, contra 9 pacientes no grupo Macintosh.

Paciente com injúria cervical

Na Universityt of Western, em Ontario, Canadá, TURKSTRA e colaboradores (2008) analisaram a movimentação da coluna cervical em 24 pacientes com injúria à coluna cervical, submetidos a laringoscopia com AIRTRAQ® e com Macintosh.

A movimentação da coluna cervical com o AIRTRAQ® foi 66% menor, comparado com a laringoscopia com Macintosh (p<0.02) nos seguintes segmentos analisados: junção occipital-C1, C2 até C5 e C5 até o segmento torácico.


Além disto, a duração da intubação com AIRTRAQ® foi significativamente menor do que com o laringoscópio Macintosh (8,8 segundos vs. 12,4 segundos, p<0.01).

Intubação por profissionais com pouca experiência

HIRABAYASHI e SEO (2009) também avaliaram a intubação traqueal realizada por profissionais não anestesistas, comparando o AIRTRAQ (n=100) e o laringoscópio Macintosh (n=100).

O AIRTRAQ foi relacionado a uma menor taxa de complicações por intubação esofágica, em comparação com Macintosh.

O tempo necessário para intubar foi menor com o AIRTRAQ do que com Macintosh (51+17 seg vs. 67+43 seg, p<0.001), assim como o número de tentativas necessárias até intubar com sucesso (p<0.001).

Referências
HIRABAYASHI, Y. ; SEO, N. Airtraq tracheal intubation by novice laryngoscopists. Emerg. Med. J., v. 26, p. 112-3, 2009.
MAHARAJ, C.H.; COSTELLO, J.F.; HARTE, B.H.; LAFFEY, J.G. Evaluation of the Airtraq and Macintosh laryngoscopes in patients at increased risk for difficult tracheal intubation. Anaesthesia, v. 63, p. 182-188, 2008.
NDOKO, S.K.; AMATHIEU, R.; TUALI, L. et al. Tracheal intubation of morbidly obese patients: a randomized trial comparing performance of Macintosh and AirtraqTM laryngoscopes. British Journal of Anaesthesia, v. 100, n. 2, p. 263–268, 2008.
TURKSTRA, T.P.; PELZ, D.M.; JONES, P.M. Comparison of Cervical Spine Movement using the AirtTraq® versus Macintosh: A Fluoroscopic Randomized Controlled Trial. In: Society for Airway Management Meeting. September, 2008. Boston, EUA.

ZADROBILEK, E.; MISSAGHI, S.M. Success of orotracheal intubation with the Airtraq Optical Laryngoscope in patients with difficult conventional laryngoscopy. Internet Journal of Airway Management, v. 5, 2008-2009.


Medicina Baseada em Evidências – Estudo em manequins

Cenários simulados de Via Aérea Difícil

Estudos comparativos com o AIRTRAQ e o laringoscópio Macintosh em cenários simulados de via aérea difícil mostraram que o AIRTRAQ permite uma intubação mais rápida e com menor número de manobras de otimização, além de causar menos trauma dental.

Na Universidade Nacional da Irlanda, o AIRTRAQ foi testado em vários cenários simulados de via aérea difícil, como em posição lateral, pescoço imobilizado, edema de língua, rigidez da coluna cervical, obstrução faríngea e trismo.

O AIRTRAQ mostrou necessitar menor habilidade do operador e ter um aprendizado rápido que a laringoscopia direta com Macintosh. Assim, o AIRTRAQ surge como um instrumento superior para a aquisição de habilidade em intubação traqueal por parte de usuários principiantes. (MAHARAJ, 2006 a; MAHARAJ, 2006 b)

Menor Taxa de Intubações Esofágicas

WOOLARD e colaboradores (2008) realizaram dois ensaios randomizados comparando AIRTRAQ com Macintosh na intubação de um manequim com grau C-L III e IV.

Os estudos mostram que o AIRTRAQ aumenta significativamente as taxas de sucesso de intubação na primeira tentativa e diminui as falhas e intubações esofágicas, tanto para estudantes quanto para profissionais experientes.


A taxa de intubação esofágica pelos estudantes foi de 65% (15/23) vs. 13% (2/23), para Macintosh e AIRTRAQ, respectivamente, e pelos profissionais, 16% (9/56) vs. 0% (0/56).


Menor Potencial de Trauma Dental

Em estudo na Universidade de Genebra, na Suíça, realizado por Savoldelli e colaboradores (2008), a laringoscopia indireta (com AIRTRAQ, Glidescope e McGrath)forneceu melhor visualização que a direta (com o laringoscópio Macintosh), e causou menos trauma dental, além de ser considerada mais fácil que a laringoscopia direta.


No cenário mais difícil (edema de língua), o laringoscópio Macintosh foi associado a uma menor taxa de sucesso na intubação e tempo de intubação prolongado.

O AIRTRAQ mostrou ter o menor tempo de intubação.


Comparação entre AIRTRAQ e GlydeScope

Os autores avaliaram se com o AIRTRAQ ou o laringoscópio GlideScope facilitam a intubação realizada no espaço reduzido de um helicóptero, em comparação com a laringoscopia direta.

O AIRTRAQ (média de 2,885, p<0.0041) apresentou menor dificuldade comparado a GlideScope (3,615) e a laringoscopia direta (5,145). O tempo de intubação com AIRTRAQ foi de 23,81 segundos, enquanto por laringoscopia direta foi de 39,15 segundos (p<0.0001), e com Glidescope, 39,30 segundos (p<0.0001).

Tanto o AIRTRAQ quanto o GlideScope aumentaram a visualização C-L, mas o AIRTRAQ reduz a dificuldade e o tempo de intubação (HAMPTON e GONZALEZ, 2008).

Comparação entre AIRTRAQ e Truview

Em outra publicação da Universidade Nacional da Irlanda, em Galway, Irlanda,NASIM e colaboradores (2009) compararam a eficácia do AIRTRAQ e do Truview em relação ao laringoscópio Macintosh.

O AIRTRAQ apresentou vantagens frente ao Laringoscópio Macintosh tanto no cenário normal como no cenário de intubação difícil. O AIRTRAQ necessitou menor número de manobras de otimização e reduziu o potencial de trauma dental.

Já o Laringoscópio Truview não mostrou nenhuma vantagem sobre a laringoscopia direta com Macintosh. A duração das tentativas de intubação foi maior com o Truview, que também necessitou mais manobras de otimização do que o AIRTRAQ ou o Macintosh.

Referências 
HAMPTON, M.S.; GONZALES, M.G. A comparative study of Endotracheal Intubation by Airtraq, Glidescope ranger and Direct Laryngoscopy in a Closed Space Enviroonment. Annals of Emergency Medicine, v. 52, n. 4, S113, 2008.
MAHARAJ, C.H.; COSTELLO, J.F.; HIGGINS, B.D.; HARTE, B.H.; LAFFEY, J.G. Learning and performance of tracheal intubation by novice personnel: a comparison of the Airtraq and Macintosh laryngoscope. Anaesthesia, v. 61, n. 7, p. 671-677, 2006 a.
MAHARAJ, C.H.; HIGGINS, B.D.; HARTE, B.H.; LAFFEY, J.G. Evaluation of intubation using the Airtraq or Macintosh laryngoscope by anaesthetists in easy and simulated difficult laryngoscopy – a manikin study. Anaesthesia, v. 61, n. 5, p. 469-477, 2006 b.
NASIM, S.; MAHARAJ, C.H.; BUTT, I. et al. Comparison of the Airtraq® and Truview® laryngoscopes to the Macintosh laryngoscope for use by Advanced Paramedics in easy and simulated difficult intubation in manikins. BMC Emergency Medicine, v. 9, p. 2, 2009.
SAVOLDELLI, G.L.; SCHIFFER, E.; ABEGG, C.; BAERISWYL, V.; CLERGUE, F.; WAEBER, J.L. Comparison of the Glidescope, the McGrath, the Airtraq and the Macintosh laryngoscopes in simulated difficult airways. Anaesthesia, v. 63, n. 12, p. 1358-1364, 2008.
WOOLLARD, M.; LIGHTON, D.; MANNION, W. et al. Airtraq vs standard laryngoscopy by student paramedics and experienced prehospital laryngoscopists managing a model of difficult intubation. Anaesthesia, v. 63, p. 26-31, 2008. 

Medicina Baseada em Evidências – Relatos de Caso

Previsão de intubação difícil

NORMAN e DATE (2007), do Worcestershire Royal Hospital, no Reino Unido, intubaram três pacientes com previsão de intubação dfícil, dois deles com grau IV na escala C-L, um com obesidade mórbida e o outro com carcinoma na língua. O outro paciente não tinha abertura de boca suficiente para a visualização da cavidade oral com Macintosh.

O AIRTRAQ permitiu a visualização completa da cavidade oral, faringe e laringe e intubação com sucesso. Os autores o consideram muito fácil de utilizar, de fácil aprendizado, além de causar menos trauma dental.

Recuperação da via aérea após falha na laringoscopia direta

Após várias tentativas de intubação com Macintosh sem sucesso, MAHARAJ e colaboradores (2007) conseguiram intubar sete pacientes já na primeira tentativa com o AIRTRAQ.

Em todos os casos foi obtido grau 1 de visualização, não foram necessárias manobras de otimização, e a saturação de oxigênio permaneceu normal em todos os pacientes, sem qualquer tipo de complicaçôes associadas às intubações.

Com a sua experiência, esta instituição elegeu o AIRTRAQ como laringoscópio de primeira escolha em casos onde a intubação com Macintosh é dificultada.

Cesariana de emergência em paciente com obesidade mórbida

DHONNEUR e colaboradores (2007), do Jean Verdier Public University Hospital of Paris, na França, relatam o caso de duas pacientes grávidas com obesidade mórbida.

Após falha no procedimento de intubação traqueal utilizando laringoscopia direta, ambas foram prontamente intubadas com o AIRTRAQ.

Nesta instiuição, AIRTRAQ foi selecionado como principal instrumento para manejo de via aérea difícil em emergências por proporcionar uma sequência de intubação mais rápida (< 1 minuto na maioria dos casos vs. quase 3 minutos com LMA CTrach).

A instituição está agora avaliando a definição do AIRTRAQ como instrumento primário no manejo de via aérea em cesarianas de emergência em casos de mulheres que apresentem fatores preditivos para via aérea difícil.

Paciente politraumatizado

GARCÍA e LÓPEZ (2006), da Samur-Protección Civil, em Madri, intubaram dois pacientes que sofreram quedas grandes alturas. Mesmo imobilizados, os pacientes foram intubados em 15 a 20 segundos, sem necessidade de remoção do colar cervical nem movimentação significativa do pescoço.

Em outra publicação, os mesmos autores relatam o atendimento a um paciente com ferimento frontal com sangramento abundante, fratura no osso zigomático e no maxilar. Após várias tentativas sem sucesso de intubação com um laringoscópio convencional, a equipe conseguiu intubar o paciente sem qualquer dificuldade com o AIRTRAQ.

Intubação do paciente acordado

SUZUKI e colaboradores (2007), do Gartnavel General Hospital, em Glasgow, no Reino Unido, relatam a utilização do AIRTRAQ na intubação de uma paciente idosa com regurgitação gastroesofágica e histórico do intubação traqueal difícil.

A paciente precisou ser intubada acordada, recebendo apenas uma anestesia local com spray de lidocaína na cavidade oral e cordas vocais. Uma tentativa inicial com Macintosh falhou em consequência da dificuldade da intubação com o dispositivo e à baixa tolerância devido ao reflexo faríngeo ativo.

Troca de tubos endotraqueais em pacientes críticos

MATIOC e LOPUKHIN (2007) utilizaram o AIRTRAQ na intubação de um paciente com obesidade mórbida e histórico de intubação difícil, levado à sala de operação com um tubo endotraqueal com o cuff defeituoso.

Removeu-se o tubo defeituoso e introduziu-se o AIRTRAQ com o novo tubo no seu canal lateral, acompanhando o cateter de troca da via aérea. O dispositivo foi inserido até a visualização do cateter penetrando a glote. Avançou-se, então, o tubo endotraqueal até a traquéia, sem trauma, mantendo a pressão na cartilagem cricóide.

A troca de tubos endotraqueais é uma manobra crítica, e a utilização do AIRTRAQ neste procedimento pode ser útil tanto em pacientes saudáveis como em casos de intubação difícil, reduzindo taxas de complicação e falha na intubação.

Referências
DHONNEUR, G.; NDOKO, S.K. ; AMATHIEU, R. ; HOUSSEINI, L. ; PONCELET, C. ; TUAL, L. Tracheal Intubation Using the Airtraq® in Morbid Obese Patients Undergoing Emergency Cesarean Delivery. Anesthesiology, v. 106, p. 629-630, 2007.
GARCÍA, N.L.; LÓPEZ, D.S. Tracheal intubation in polytraumatized patients using the Airtraq laryngoscope: First experiences of a new pre-hospital emergency service. Revista Electrónica de Medicina Intensiva, v. 6, n. 6, p. A49, 2006.
MAHARAJ, C.H.; COSTELLO, J.F.; McDONNEL, J.G.; HARTE, B.H.; LAFFEY, J.G. The Airtraq as a rescue airway device following failed direct laryngoscopy: a case series. Anaesthesia, v. 62, p. 598-601, 2007.
MATIOC, A.A.; LOPUKHIN, O. The Airtraq to facilitate endotracheal tube exchange in a critically ill, difficult-to-intubate patient. Journal of Clinical Anesthesia, v. 19, p. 485–488, 2007.
NORMAN, A.; DATE, A. Use of the Airtraq for anticipated difficult laryngoscopy. Anaesthesia, v. 62, p. 528–538, 2007.
SUZUKI, A.; HENDERSON, J. Airtraq for awake tracheal intubation. Anaesthesia, v. 62, p. 744-755, 2007.


Quadros Comparativos

AIRTRAQ® Vs. Laringoscópio Macintosh

A intubação com AIRTRAQ® é mais fácil e rápida do que a intubação por laringoscopia direta com Macintosh.

Estudos realizados comprovaram que o AIRTRAQ® garante uma maior taxa de sucesso na intubação (MAHARAJ, 2008; MISSAGHI, 2006-2007), permite intubar em um tempo menor e fornece uma melhor visualização da laringe, sem a necessidade de alinhamento dos eixos oral, faríngeo e traqueal.

Desta forma, há menor aplicação de força e menor manipulação da via aérea do paciente, resultando em menos trauma dental, menos lesões das mucosas e menores alterações na frequência cardíaca e pressão arterial.


AIRTRAQ® Vs. Fibrobroncoscópio

Em comparação com o fibrobroncoscópio, o AIRTRAQ® apresenta diversas vantagens. O custo de aquisição do AIRTRAQ® é muito menor do que o do fibrobroncoscópio, sendo que o último ainda necessita de manutenção periódica.

O AIRTRAQ® é um dispositivo muito mais prático e simples, de fácil utilização, e já mostrou ter um tempo de aprendizado muito menor.

O AIRTRAQ® é resistente, pronto para ser utilizado, e não requer a utilização de cânulas oro-faríngeas para a proteção do dispositivo contra danos causados pelos dentes.

A intubação com o Laringoscópio Óptico AIRTRA® é muito mais fácil e rápida, já com o fibrobroncoscópio o tempo de intubação é significativamente maior, limitando o seu uso em emergências.

O AIRTRAQ® pode estar disponível em todas as alas/áreas do Hospital, enquanto normalmente existe apenas um fibrobroncoscópio em cada instituição.


AIRTRAQ® Vs. Máscara Laríngea

Como o Laringoscópio Óptico AIRTRAQ® não requer o alinhamento dos eixos oral, laríngeo e traqueal para intubar, é indicado na intubação de pacientes traumatizados e com lesão na coluna cervical, dispensando o uso da máscara laríngea.

Mesmo em pacientes imobilizados o AIRTRAQ® promove uma intubação rápida e segura, com tempo médio de intubação de 13,2 segundos (MAHARAJ 2007 b).

O sistema óptico do AIRTRAQ® permite ainda o acompanhamento total de todo o procedimento de intubação traqueal, ao contrário da máscara laríngea, onde a inserção é realizada “às cegas”.

A intubação assistida pelo AIRTRAQ® poder ser realizada em pacientes com risco de regurgitação, como pacientes que não estejam em jejum, hérnia de hiato, obstrução intestinal, obesidade extrema ou mórbida e grávidas com mais de 14 semanas, pois protege a via aérea do paciente contra vômitos e sangue, ao contrário da máscara laríngea.

Outro fator a considerar é o fato de que, na intubação traqueal, a glote do paciente é mantida aberta artificialmente. Com a máscara laríngea isto não acontece. O risco de laringoespasmo é aumentado, sendo necessária maior atenção em níveis superficiais de anestesia, principalmente em paciente sob maior estimulação cirúrgica.



Tamanhos e Modelos Disponíveis


As opções disponíveis são adequadas para tubos endotraqueais de diferentes tamanhos. O tubo endotraqueal deve ser selecionado de acordo com as características de cada paciente.

O AIRTRAQ® está disponível nos modelos Orotraqueal, Nasotraqueal e Endobronquial. O modelo AIRTRAQ DL® auxilia a inserção de tubos endobronquiais duplo lúmen e o AIRTRAQ NT® é utilizado em intubações nasotraqueais.


Vídeos

Técnicas de Utilização do Airtraq
Erros na Técnica
Intubação Difícil
Intubação de Emergência
Intubação Acordado
Pediatria e Neonatologia
Intubação Nasotraqueal
Intubação Endobronquial